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Dorothy Rotschild Parker, ou apenas Dorothy Parker, nasceu em 1893, passou parte da vida tentando suicidar-se. Mas, para seu desespero, morreu de ataque cardíaco, aos 74 anos. Com pouco mais de 1,50m de altura, Dorothy bebia, fumava e brigava como um homem. Não levava desaforo para casa. Sua língua era considerada uma das mais ferinas da Nova Iorque dos anos 20 / 30 e ela fez parte do ácido grupo da Round Table do Hotel Algonquin, que reunia grandes talentos da época. Esquisita, espirituosa, talentosa. Adjetivos não faltam para definir a mulher que entre um romance fracassado e outro, "matava seu tempo" escrevendo contos e poesias. Dorothy, entrentanto, considerava escrever um verdadeiro porre e preferia passar seus dias se divertindo em alguma festa. Apesar disso, não se pode negar a qualidade de seu trabalho. Contos como "Um Telefonema" e "A Valsa" são, ainda hoje, atualíssimos. Ela retratou com sinceridade e cinismo desconcertantes a "alma feminina". Ainda assim, ficou mais conhecida por suas frases venenosas. No Brasil, por exemplo, durante muito tempo a coletânea "Big Loira e outras Histórias de Nova Iorque" (Companhia das Letras) era o único livro no mercado para quem quisesse conhecer mais sobre a autora. Há algum tempo, entretanto, os leitores foram presenteados com "A Extravagante Dorothy Parker", uma biografia que, longe de fazer juz a Dorothy, é uma excelente oportunidade para conhecer mais sobre a personalidade que fez tremer Nova Iorque. Dorothy Parker era do tipo que perdia o amigo mas não perdia a piada. Um exemplo para qualquer malvada. Confira algumas de suas "tiradas" mais famosas e ferozes!
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Para conhecer mais sobre a vida, os romances e o venendo de Dorothy Parker, leia: A
extravagante Dorothy Parker |
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